A velhice afeta os problemas sexuais?

QUANDO NOS TORNAMOS VELHOS EM RELAÇÃO À FUNÇÃO SEXUAL?

De acordo com um estudo recente do Escritório Federal de Saúde, os idosos vivem mais saudáveis ​​e mais independentes hoje. Portanto, podemos considerar que a velhice tem cerca de 80 anos.

No nível sexual, nas mulheres, a menopausa, que não está necessariamente correlacionada com um aumento nos distúrbios sexuais, ainda pode marcar o início de um declínio sexual, ancorado em parte no imaginário coletivo. Nos homens, o declínio da função sexual é mais gradual e não é influenciado pela perda da função reprodutiva.

MUDANÇAS NO FUNCIONAMENTO SEXUAL RELACIONADO À IDADE

Nos homens mais velhos, há um aumento acentuado nos distúrbios sexuais, em grande parte relacionados à disfunção erétil (DE), mas também devido ao distúrbio de desejo progressivo (desejo sexual hipoativo – DSH).

Nas mulheres, no entanto, a prevalência de distúrbios sexuais permanece mais estável, embora possam ocorrer vários distúrbios. Dificuldades sexuais podem ser causadas por fatores biológicos, mas também por fatores psicológicos, sociais e culturais. Além disso, alguns distúrbios sexuais femininos estão intimamente relacionados com os distúrbios sexuais do parceiro.

Estudos mostram que a prevalência geral de atividade sexual e a frequência de relações sexuais diminuem com a idade e mais acentuadamente nas mulheres. Em idosos sexualmente ativos, metade deles tem um distúrbio sexual, geralmente relacionado a um declínio em sua saúde. Em contraste, as pessoas sexualmente ativas e saudáveis ​​tendem a ver a sexualidade como importante e muitas vezes mais satisfatória do que antes.

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DEVERÍAMOS REALMENTE FALAR SOBRE SEXUALIDADE COM PACIENTES IDOSOS?

Na prática geral, os pacientes freqüentemente esperam que o médico discuta o tópico da saúde sexual. Nos homens, apesar do advento dos inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (IPDE-5), o pedido de consulta ainda é muitas vezes tardio e motivado pela busca de um medicamento. Estima-se, por exemplo, que na Suíça menos de 10% dos homens com disfunção erétil consultam. Às vezes, os pacientes chegam para outra queixa, esperando que o praticante descubra suas dificuldades sexuais. É responsabilidade do profissional avaliar a reclamação e informar corretamente. Avaliação aprofundada com aconselhamento distinguir entre patologia e involução natural da função sexual e planejar, se necessário, tratamento apropriado.

O paciente deve ser informado de que muitas doenças agudas ou crônicas podem afetar negativamente a função sexual e os relacionamentos interpessoais. Os sintomas sexuais podem, portanto, ser indicadores confiáveis ​​de patologias somáticas ou psiquiátricas subjacentes. A função sexual pode ser considerada um parâmetro importante na avaliação da saúde geral e qualidade de vida dos pacientes. Portanto, uma avaliação sexológica com uma anamnese precisa deve fazer parte de qualquer exame médico, especialmente a partir dos 40 anos de idade. 4,5

A DISFUNÇÃO SEXUAL É MULTIDIMENSIONAL, COMEÇANDO COM QUESTÕES INTERPESSOAIS

Com a idade, geralmente, a duração do relacionamento será maior, provavelmente desgastada pela desilusão e pelo conflito não resolvido. Os estágios da vida, como o início da menopausa, a aposentadoria precoce, a saída da criança ou a velhice, são fatores de risco para o relacionamento e o desejo. A história comum do casal muitas vezes precisa ser reescrita de acordo com esses estágios, a fim de encontrar um novo equilíbrio. Habilidades relacionais e auto-diferenciação podem ajudar a encontrar ou manter um relacionamento. Além disso, não é incomum ver novos relacionamentos começando na meia idade, o que pode levar a novos problemas sexuais.

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